sábado, 1 de outubro de 2011

Soldados Ativos

O Senhor me assistiu e me revestiu de forças, para que, por meu intermédio, a pregação fosse plenamente cumprida, e todos os gentios a ouvissem. 2 Timóteo 4:17
      
    Decidam, não em sua própria força, mas na força e graça concedidas por Deus, que vocês consagrarão a Ele agora, sem deixar passar mais tempo, todo poder e toda habilidade. Então vocês seguirão a Jesus porque Ele o solicita, e vocês não perguntarão para onde, ou que recompensa lhes será dada. Tudo estará bem com vocês porque estarão obedecendo à ordem: “Segue-Me.” Sua parte é conduzir outros à luz através de esforços insistentes e fiéis. Sob a proteção do Líder divino, devem realizar e agir, sem hesitação por um só momento.
    Quando vocês morrerem para o eu, quando se renderem a Deus para fazer o Seu trabalho, para deixar que a luz que lhes foi dada brilhe em boas obras, não trabalharão sozinhos. A graça de Deus está a postos para cooperar com cada esforço para iluminar os ignorantes e os que não sabem que o fim de todas as coisas está tão perto.
    Mas Deus não realizará a obra em lugar de vocês. A luz pode até brilhar em abundância, mas a graça dada só converterá seu coração na medida em que ela os despertar para cooperarem com as providências divinas. O chamado é para que usem a armadura cristã e entrem no serviço de Deus como soldados ativos. O poder divino vai cooperar com o esforço humano para quebrar a magia do encantamento mundano que o inimigo lança sobre as pessoas. [...]
    Deixem que o coração seja atraído em amor pelas pessoas que perecem. Obedeçam aos impulsos dados pelo Céu. Não entristeçam o Espírito Santo através da demora. Não resistam aos métodos de       Deus para recuperar pessoas imersas em pecado. A todo homem, de acordo com suas várias habilidades, é determinada uma atividade. Façam o melhor, e Deus aceitará seus esforços (T8, p. 55, 56).


quarta-feira, 28 de setembro de 2011

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Quem é o seu herói?



 

Vendo os filisteus que era morto o seu herói, fugiram. 1 Samuel 17:51

    Elvis Presley está morto. Ayrton Senna também. Pelé não joga mais. Quem é o seu herói agora? Tony Ramos? O Super-Homem? Ou o pica-pau?

   O problema de endeusar alguém de carne e osso, tornando-o um herói, é que, cedo ou tarde, ele nos desapontará. Porque os heróis são humanos e adoecem e morrem como qualquer pessoa. Parece que, em nossos dias, as pessoas consideram heróis as celebridades do cinema, da televisão, dos esportes ou de algum conjunto musical. Mas, não é nada disso. Herói é aquele que se distingue por sua coragem extraordinária, suporta abnegadamente um infortúnio ou sofrimento extremo, ou arrisca a vida por alguém ou por uma causa.
   O capítulo 11 de Hebreus contém uma lista de heróis da fé, entre os quais se acha Davi. Ele não suportou ver a afronta de Golias, que duas vezes por dia, durante 40 dias, desafiou os homens de Israel a designarem um guerreiro para pelejar contra ele.                   Enfrentando o gigante com apenas uma funda, atirou-lhe uma pedra na testa e o feriu e matou. “Vendo os filisteus que era morto o seu herói, fugiram.” Golias era agora um herói morto. E Davi era o verdadeiro herói, capaz de arrostar perigos por uma causa justa, em nome de Deus. Os heróis de Deus são pessoas de coragem.

   Na galeria dos heróis da fé figuram também Enoque, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Raabe, Gideão, Baraque, Sansão, Jefté e Samuel. E houve muitos outros, não mencionados na lista. Deus continua criando heróis da fé ainda hoje. E você pode ser um deles. Esses heróis de Deus são exemplos de fé e coragem.     A coragem é o recurso que Deus nos dá quando enfrentamos gigantes, como a perda de um ente querido, o fim de uma carreira ou da vida conjugal. Muitas pessoas de coragem jamais serão capa de revista.    São pessoas quietas, modestas, mas que defendem o que é justo, não abandonam a fé em tempos de tribulação, e não desistem quando a maré está baixa. São pessoas heróicas em sua quietude e modéstia.
  O que é mais extraordinário nos heróis da fé, em Hebreus 11, é sua semelhança conosco: eram todos seres humanos, com defeitos e fraquezas, como qualquer um de nós. Qual o seu segredo? “Da fraqueza tiraram força” (v. 34). ”Por meio da fé, subjugaram reinos,” “extinguiram a violência do fogo, [...] puseram em fuga exércitos de estrangeiros” (v. 33, 34).
   Todos nós podemos ser heróis da fé em Cristo, o nosso Herói supremo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Será que o meu namoro é da vontade de Deus?


Muitas pessoas carregam no coração uma grande dúvida com relação à vida sentimental. Como saber se esta ou aquela pessoa é a que Deus separou para mim? Como saber se este namoro é de Deus?  Veja algumas dicas baseadas em experiências e orientações da Palavra de Deus.
1ª dica - Os Frutos - Como disse Jesus, uma boa árvore se conhece pelos frutos, “Portanto, pelos seus frutos o conhecereis” (Mateus 7:20). Assim, veja se o rapaz ou a moça é um servo de Deus, analise o seu comportamento, a sua vida com o Senhor. Cuidado, pois existem muitos lobos vestidos de ovelhas. Ao namorar alguém precisamos verificar com atenção os seus frutos. É preciso tomar cuidado quanto a isto, pois muitas vezes, por estarmos envolvidos sentimentalmente, não prestamos a atenção neste aspecto. Criamos uma certa ilusão e nos esquecemos de analisar os frutos da pessoa. Por este motivo, analise friamente o comportamento da pessoa que está se envolvendo. Veja a sua vida na igreja e especialmente em casa, se é um bom filho ou boa filha, analise também o seu comportamento profissional, etc. É muito fácil ser cristão na igreja, os verdadeiros frutos são revelados no dia a dia, nos bastidores.
2ª Dica - A paz - A Palavra de Deus diz que a “paz” deve ser o árbitro em nossos corações “Seja paz de Cristo o árbitro em vosso coração” (Col. 3:15). O árbitro é aquele que resolve uma questão, que direciona. Ou seja, a paz deve ser o indicativo se o relacionamento é ou não da vontade de Deus. Assim, se o namoro é algo que rouba paz, que leva a pessoa a ficar distante de Deus, que traz inquietação, perturbação, cuidado, pois há algo de errado. Lutas e obstáculos sempre existirão, enfim, lutas externas e até desentendimentos esporádicos causados por diferenças de opiniões. Todavia, se o relacionamento rouba a sua paz interior, especialmente a sua comunhão com Deus é um grande indício que de o Senhor não está nesse relacionamento.


3ª dica - É paixão ou amor? – Outro aspecto relevante é a questão da diferença entre amor e paixão. Às vezes nos envolvemos numa paixão e nos machucamos achando que é amor. Paixão é algo avassalador, que nos leva a perder a razão, a lógica e até o temor de Deus. O amor, ao contrário, é um sentimento maduro, consciente, nasce aos poucos, se desenvolve com o tempo e vai se fortalecendo diante das dificuldades. A paixão á algo passageiro, não resiste à distância, esfria, não espera. O amor, ao contrário, permanece “o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta” (I Cor. 13:07). O amor sabe esperar o momento certo para o sexo (o casamento). A paixão não, pois é pura emoção. Para exemplificar esta questão, veja o exemplo de Amnon por Tamar (II Samuel 13) e o sentimento de Jacó por Raquel (Gênesis 29). Amnon se apaixonou por Tamar, sua irmã. Após ter tido relações s com ela, a deixou friamente. Quantos jovens abandonam moças após satisfazer os seus desejos sexuais? Jacó, por sua vez, amou a Raquel e o seu amor o fez esperar 7 anos até finalmente tê-la em seus braços. Além disso, trabalhou mais 7 anos para poder estar ao lado de sua amada definitivamente.
4ª dica - Enriquecimento - A Palavra de Deus afirma que a benção do Senhor enriquece e não acrescenta dores (Prov. 10:22). O namoro que é da vontade de Deus traz um enriquecimento mútuo. Ou seja, traz um enriquecimento na área espiritual, profissional, familiar, etc. Deus que ama e cuida de nós certamente colocará alguém em nosso caminho que nos abençoe, que tenha algo de bom a acrescentar em nossa vida, que nos ajude a dar continuidade aos nossos sonhos. É lamentável ver jovens se envolvendo sentimentalmente com pessoas que nada têm a acrescentar em suas vidas. Ao contrário, são pessoas que surgem para roubar a paz, o futuro e para trazer dor e destruição. O namoro, em caso como estes, se torna um verdadeiro sofrimento.


5ª dica - Convicção - Jesus certa vez disse que a palavra do cristão tem de ser sim, sim ou não, não e que tudo o que passar disso é de procedência do maligno (Mateus 5:37). Neste caso, o namoro aprovado por Deus é algo certo, definido e não indeciso. Quando o relacionamento é envolto por inseguranças e incertezas, algo está errado e precisa ser revisto, pois a dúvida não procede de Deus. Por isso, ao relacionar-se sentimentalmente com alguém é preciso pedir ao Senhor a confirmação sobre o namoro. Se não houver certeza, ore bastante e busque a direção de Deus. Jamais se relacione com alguém sem que haja essa confirmação, essa convicção sobre os seus sentimentos. Entenda que um casamento é para toda vida. Afinal de contas, você está namorando pensando no futuro, fazendo planos para formar uma família. Se a sua visão é apenas ficar, passar o tempo, reavalie profundamente os seus conceitos, pois este não é o plano de Deus.
Aos solteiros, o conselho é para que não se atemorizem com o tempo, pois vale a pena esperar em Deus. E como descrito em Eclesiastes 3, existe um tempo determinado para todo propósito debaixo do céu. Assim, o melhor a fazer é buscar a Deus, crescer espiritualmente e profissionalmente. Enfim, adquirir maturidade em todos os aspectos para que quando chegar o tempo de construir uma família, você possa ter uma estabilidade espiritual, emocional e material.

domingo, 11 de setembro de 2011


O dia em que o mundo parou


  Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. Mateus 24:2

    Em 11 de setembro de 2001, num ataque terrorista sem precedentes na história dos Estados Unidos, dois aviões sequestrados atingiram as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York. O mundo parou para assistir ao vivo, diante das câmeras de televisão, os imponentes prédios desabarem ainda em chamas. Mais de três mil pessoas morreram.
   Tal e qual a destruição do templo de Jerusalém, no ano 70, não ficou pedra sobre pedra. Essas ocorrências trágicas nos remetem à descrição dos flagelos que se abaterão sobre a Terra pouco antes da vinda de Cristo, quando cairão “as cidades das nações” (Ap 16:19), juntamente com as instituições políticas.
    “Ora, ao começarem estas coisas a suceder”, advertiu Cristo, “exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc 21:28). Em outras palavras, nessa ocasião o cristão experimentará sentimentos contraditórios: tristeza e perplexidade pela devastação física e perda de vidas humanas, e ao mesmo tempo exultação porque sua redenção se aproxima.
    É interessante observar que as grandes tragédias provocam um efeito imediato nas pessoas, levando-as à reflexão espiritual. O Dr. Samuele Bacchiocchi escreveu que “as imagens chocantes das torres do WTC queimando-se e desmoronando como caixas de papelão, desafiaram muitos americanos complacentes, egocêntricos e autossuficientes a reconhecer sua finitude e desamparo, levando muitos a buscar a Deus após aquela malfadada data. Parece que os ateus desapareceram após o 11 de setembro. O comparecimento às igrejas e sinagogas quase dobrou do dia para a noite.
  “Na semana seguinte a 11 de setembro, 400 casais na área de Boston retiraram seus papéis de divórcio e decidiram continuar juntos. Estes acontecimentos positivos sugerem que a tragédia de 11 de setembro desafiou as pessoas a reexaminarem sua vida, humilharem seu coração, e arrepender-se de seus pecados.”
Infelizmente, porém, à medida que a tragédia vai ficando distante, as pessoas vão voltando à velha vida. Há necessidade de um reavivamento permanente, não provocado por tragédias ou pelo medo, mas pelo desejo de viver uma nova vida em Cristo, tanto aqui como na Nova Terra.
   O que eu faço quando ofendo outra pessoa?  

Leia Zacarias 8:16





     Provavelmente, a coisa mais importante que você possa fazer com relação a outra pessoa seja dizer a verdade a ela. Quando você comete um erro, a primeira coisa que se tem a fazer é ser sincero consigo mesmo. Corte uma grande fatia de uma torta de humildade para si mesmo, derrube o seu orgulho, não tente se justificar - apenas admita. Você estragou tudo armou uma confusão. Querendo ou não, aconteceu e todas as amizades têm seus altos e baixos. A chave para grandes amizades é ser capaz de resolver os problemas que surgem entre vocês.
    Em seguida, você tem de ser honesto com Deus. Confesse o seu pecado. Admita perante Deus que errou e está arrependido. Peça a Ele que perdoe você. Antes que você acabe de pedir, ele já terá o perdoado. Depois, peça que Ele o ajude a lidar com o seu amigo - para que Ele ajude você a saber o que dizer e como endireitar as coisas.
     Talvez a parte mais difícil seja encarar seu amigo e admitir que você não é perfeito, que errou e que está arrependido. Peça perdão ao seu amigo.
     Existem algumas coisas que também podem ajudar você a consertar um relacionamento. Andar em em graça e perdão, aprender a passar por cima de pequenas coisas, dar o melhor de si para amar com o amor que Jesus tem, encorajar, apoiar, todas essas coisas constroem bons relacionamentos e fazem com que seja mais fácil lidar com os pontos difíceis. 
 




sábado, 10 de setembro de 2011

A esperança não decepciona

A esperança não nos decepciona, porque Deus derramou Seu amor em nossos corações. Romanos 5:5




Usamos muitas vezes a palavra esperança com o sentido de otimismo: espero que meu time ganhe, que eu passe no concurso público, que meu projeto seja aprovado. Quando a mega-sena fica acumulada, formam-se filas enormes de pessoas que esperam ser os próximos ganhadores.

Uma definição de esperança seria “o desejo acompanhado de uma expectativa. Interesse ou desejo cujo cumprimento é acariciado”. Outra definição simples: “Atitude positiva em relação ao futuro.” Quando você diz a alguém que não há mais jeito, não há esperança, está tirando dele uma coluna de sustentação à qual ele poderia se apegar.

O sistema escolar de uma grande cidade mantinha um programa de ajuda a crianças que estivessem hospitalizadas, a fim de que elas se mantivessem em dia com os estudos durante o período de internação. Certo dia, uma professora recebeu chamada telefônica com a incumbência de visitar um garoto que estava hospitalizado. Ela anotou o nome, o número do apartamento do hospital e foi conversar brevemente com a professora dele. “Estamos estudando substantivos e advérbios, disse a professora. Eu agradeceria se você o ajudasse nesses pontos.”

Naquela tarde, ela foi visitar o garoto. Ninguém mencionou para ela que o menino tinha sido gravemente queimado e sentia muita dor. Chocada com o que viu, simplesmente gaguejou para ele: “A escola me enviou para estudar substantivos e advérbios com você.”

Ao sair, percebeu que não tinha dado toda a matéria que queria. Mas, no dia seguinte, uma enfermeira perguntou para ela: “O que é que você fez para aquele garoto?” A professora ficou preocupada de que tivesse feito algo errado e começou a se desculpar.

“Não, não, disse a enfermeira, você não entendeu o que estou querendo dizer. Nós estávamos muito preocupados com o garoto, mas desde que você o visitou ontem, a atitude dele mudou completamente. Ele está reagindo e respondendo ao tratamento. É como se ele tivesse decidido viver.”

Duas semanas mais tarde, o menino explicou que tinha desistido de tudo, até que a professora chegasse. Tudo mudou quando ele compreendeu, e expressou o seguinte: “Eles não teriam enviado um professor para ensinar substantivos e advérbios para um garoto que estivesse morrendo, não é mesmo?”

Acredite, às vezes, a diferença entre a vida e a morte é nada mais do que a esperança.